Abril 11 2007
Consegui arranjar um tempo para escrever para o blog. Quem me dera ainda continuar livre como nas férias, mas não estou e não há nada a fazer. No entanto, este “regresso” não é assim tão mau. Ainda hoje tive uma verdadeira discussão (no bom sentido) sobre religião e, no fundo, naquilo que se crê sem ver.
Um dos meus colegas é totalmente céptico, mais do que ateu até, e dediquei muito do meu tempo a ouvir as suas “teses”. Infelizmente algumas pareceram-me verdadeiramente mal fundamentadas, e outras até ridículas: deveremos nós acreditar que na estratosfera estão os espíritos de todos os humanos que já morreram, no dito céu? Deveremos nós acreditar na metáfora do Adão e Eva, ou em centauros, lobisomens ou dragões? Sinceramente, questionar este tipo de coisas parece-me ridículo, pois é obvio que são mitos ou metáforas. A única explicação que encontro é falta de informação. Pessoas que pensam ser iluminados por verem algo que mais ninguém vê, mas que no fundo estão à margem do que a sociedade segue e acredita. Ler; o melhor é começar por ler... E não me alongo mais nisto que o post é sobre um livro.
Há uns tempo chegou até mim a notícia do lançamento de um livro que, supostamente, merecia a atenção dos amantes da leitura. Refiro-me a O Portão do Corvo, o mais recente livro de Anthony Horowitz, autor de Alex Rider, a ser publicado em Portugal. Na altura li sobre a obra e os seus dois primeiros capítulos, que achei entusiasmantes, mas só agora se proporcionou publicita-la.
O Portão do Corvo, primeiro livro da série O Poder dos Guardiães, dá início a uma história de duelismo entre o Bem e o Mal, envolvendo o leitor numa teia de sucessivas perguntas e respostas a um ritmo frenético.
Tudo começa quando Matt, um jovem de 14 anos, criado num orfanato, é apanhado pela polícia durante um assalto. É, então, enviado para um centro de recuperação de jovens delinquentes, num povoado rural. Desde o primeiro momento, Matt sente que algo está errado com a sua tutora, a Sra. Deveril, e com toda a aldeia, onde a feitiçaria e a magia desfrutam de uma longa tradição. Matt começa a ouvir vozes, pressente a existência de rituais estranhos e descobre um segredo terrível: demónios banidos do mundo há muito tempo atrás, por cinco crianças com poderes extraordinários (os Cinco Guardiães) estão prestes a regressar. E os que veneram o Mal pretendem trazê-los de volta a qualquer custo…
Perante tão terrível revelação, Matt (que sempre pressentiu ter poderes diferentes) percebe que está destinado a impedir que Os Velhos, tal como são conhecidas essas forças do Mal, tão antigas como o próprio mundo, voltem. Esta é a sua missão, é o preço por ser diferente, por ter um dom. Mas como? Ninguém o quer ajudar, ninguém acredita nele, e quem o faz… morre!
Anthony Horowitz começou a escrever esta história depois do 11 de Setembro e da Guerra do Iraque, pois, diz ele, “Pareceu-me que se a batalha do Bem contra o Mal alguma vez ocorresse lugar no nosso mundo, seria agora.”
Descrita como “O Senhor dos Anéis ou As Crónicas de Narnia passada aqui, no mundo real”, esta história é já um ponto de referência na fantasia actual. Eu gostei dos dois primeiros capítulos e pretendo continuar.
Para saber mais basta visitar o blog da saga em Portugal, o site do autor ou da saga.

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O Portão do Corvo de Anthony Horowitz

Até Breve e Boas Leituras!!!
Publicado por Fábio J. às 21:26

Oi, tudo ok?
Espero que sim. Desculpa já algum tempo não venho aki dar-te uma palavrinha.
Mas em breve, espero poder vir aki mais vezes.
Um Abraço!
Rastr a 11 de Abril de 2007 às 21:41

Acredita se quiseres, mas estou desde as 15:15 a tentar escrever o comentário. Problemas com o PC, sabes como é.

Bem, eu tenho notado a tua ausência, mesmo no teu blog, do qual sou fá.
Espero encontrar-te mais vezes lá e aqui.

Abraço!
Fábio J. a 13 de Abril de 2007 às 20:33

ola
tambem acho que o começo da escola nao foi tao mau como tinha pensado. ainda bem é claro.
á ja algum tempo que sou de olho nesse livro mas nao se pode ler milhoes de livros ao mesmo tempo ainda confundia as historias todas.
queria que o anders acabasse +- assim: com muito misterio.ia ser assim: "anders tinha acabado de pousar Katt. estava a deixa-la confortavel quando de repente sente frio na garganta. estavam a apontar-lhe com uma espada. ERA UM ELDER.
-entao rapaza o que estas aqui a fazer??"
estou a acabar de ler a filha da floresta e estou muito entusiasmada.
p.s. faço anos no dia 28 de abril
ARYA a 12 de Abril de 2007 às 14:22

Realmente o "voltar à escola" não foi nada do outro mundo... mas continuar de férias também não era nada mau.
Tal como disse, esta informação chegou até mim, literalmente. Caso não tivesse sido assim não sei se me teria cruzado com ele. Os dois capítulos que li gravaram-se na minha mente, pois ainda hoje me lembro do que li... e gosto.

Em relação ao Anders deixa-me dizer que, se gostaste deste final por ser misterioso e "angustiante", o final do "Anders 2" é algo de nos deixar de queixo caido. E as descobertas são muitas, muitas... Passei a gostar muito mais da Katt, por exemplo, e mais não digo.

Talvez leia "A Filha da Floresta" em breve... mas, como disseste, não podemos ler tudo ao mesmo tempo.

Não me esquecerei do teu aniversário.
Bjs
Fábio J. a 13 de Abril de 2007 às 21:24

so agora reparei.
estas doente????
arya a 12 de Abril de 2007 às 14:23

Não estou doente, nem estava. Ando é um pouco "atordoado", não sei porquê, e nesse dia estava com terriveis dores de cabeça.

Obrigado por perguntares.
Fábio J. a 13 de Abril de 2007 às 21:26

Adorei a forma como promoveram este livro...
Mrc a 12 de Abril de 2007 às 14:50

Eu vi... lolololol... tavam vestidos de ardinas na Saldanha...só percebi que era a promoção de um livro depois de ler o jornal que distribuiam!!
pedro a 12 de Abril de 2007 às 15:05

Pois, pelos vistos a promoção foi muito bem feita e com um grande toque de originalidade.
Não me lembro de alguma vez terem feito algo deste género com outra obra literária. Sinceramente, os meus parabéns para quem organizou esta promoção. Um toque de ficção num mundo real, tal como no livro.
Só nos faz querer ler a obra.

Até Breve!
Fábio J. a 13 de Abril de 2007 às 21:36

esse teu colega parece ter uma mentalidade um pouco medieval para acreditar em coisas como essas, pois a nossa Igreja é sustentada por metaforas e dogmas...

O livro pareceu-me Bastante interessante, acho que talvez durante o verão o leia, masagora não tenho tempo...
Boas Leituras!
leitor a 12 de Abril de 2007 às 20:36

O meu colega não acredita, era totalmente o contrário e o problema é esse. Ele pensava que todos nós acreditamos nessas coisas, que só ele percebe que nem tudo que se ouve, nem todos os mitos, são verdadeiros. Afinal, são só mitos. Mas acho que depois da nossa "discussão" consegui ele "acalmou".

Eu tive o prazer de ler os dois primeiros capítulos, e fiquei convencido para o ler, logo que possa. Está na minha lista.

Baos Leituras!!!
Fábio J. a 13 de Abril de 2007 às 21:43

É a primeira vez que venho comentar um post do teu blog, que, aliás, gosto muito!
Não conhecia o livro, mas gostei da parte que descreveste. Fiquei mesmo a pensar em comprar o livro, mas agora tenho mesmo muitos para ler.
Talvez depois!

Fica bem!
batata_frita a 14 de Abril de 2007 às 19:48

Fico contente por saber gostas do blog e os comentários são sempre bem-vindos.
Este livro foi-me dado a conhecer, algum tempo antes do lançamento, pela editora. Se assim não fosse não sei se o teria encontrado, apesar da publicidade.
O facto é que gostei do que encontrei e estou convencido a lê-lo assim que possa.

Até Breve!
Fábio J. a 17 de Abril de 2007 às 17:32

Nunca tinha ouvido falar deste livro, mas pareceu-me que esta história se parece com a historia de uns livros de um escritor Português que eu li à mais de 4 anos: João Aguiar. Mas não é o bando dos quatro, é outra, mas por mais que me esforce não me consigo lembrar do nome. Mas é claro que provavelmente este livro " o portão do corvo" não tem nada a ver com este livro que eu estou a falar, mas quando li o post não pude deixar de me lembrar desse livro.


mc a 29 de Abril de 2007 às 22:12

Não te posso dizer nada acerca dessa comparação. Sei que João Aguiar tem alguns títulos sobre magia e assim, pois já vi na net, mas mais do que isso é imaginação.
Este livro está numa posição cimeira, na minha lista, mas mesmo assim acho que não vai ser facil lê-lo.
Fábio J. a 30 de Abril de 2007 às 20:25

Tenho esse livro, mas ainda não li. Estou a ler "O Filho de Odin".
ana oliveira a 21 de Maio de 2007 às 16:35

Eu ja li esse livro e gosteibastante, e pena q o ja tenha lido o ano passado mas, pediatte se me podias mandar um mail com um resumo, ou alguma coisas acerca do livro, pois ja n me lembro de grande coisa:p, conto com a tua ajuda.!

Miguel.
miguel_louku@hotmail.com
Miguel a 11 de Dezembro de 2008 às 11:05


ouvi dizer que essa colecção ja tem outro livro, o quarto mas não me lembro como é que se chama... -_-
Sakra a 20 de Outubro de 2010 às 22:02

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