Março 29 2008
Será que ainda há mesmo razões para ter esperança?
Comunicado de Imprensa
Perante os mais recentes desenvolvimentos relacionados com o Acordo Ortográfico, em particular a decisão do Governo português e as declarações do Senhor Presidente da República durante a sua visita ao Brasil, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL entende ser necessário sublinhar que o Acordo Ortográfico não está em vigor no nosso país.
Este esclarecimento torna-se tão ou mais premente quanto se começava a instalar a ideia – errada – que o Acordo Ortográfico é uma inevitabilidade.
Não o é e, como já foi tornado público, a APEL espera que nunca o venha a ser a bem da Língua Portuguesa.
Para além da Conferência do Dr. Vasco Graça Moura organizada pela APEL e a UEP, importa lembrar que está agendado para o próximo dia 7 de Abril um importante debate na Assembleia da República sobre este assunto, que se deseja decorra de forma viva,
Entretanto, a APEL deixa bem claro que todas as edições, da responsabilidade dos seus membros, actualmente disponíveis no mercado não irão sofrer quaisquer alterações.
Livros de ficção e de não-ficção, livros escolares, livros auxiliares de ensino, livros técnicos e científicos, dicionários, gramáticas, prontuários e restantes edições respeitam integral e escrupulosamente as actuais regras da Língua Portuguesa, pelo que continuam a ser instrumentos válidos de leitura e aprendizagem.
A APEL manter-se-á atenta a tudo quanto diga respeito ao processo do Acordo Ortográfico e, sobretudo, procurará sensibilizar os decisores políticos e demais sectores da sociedade para o grave erro que constituirá a entrada em vigor daquele documento.
Lisboa, 26/03/2008
A Direcção
Só agora li isto... uma boa surpresa, porém apenas palavras. Gostava era de ver o assunto resolvido.
Publicado por Fábio J. às 00:04

Espero que sim. Já vi palavras que se tornam mais complicadas como a palavra mini-saia, que passará a ser minissaia. Que horror!...
mímica a 2 de Abril de 2008 às 15:57

Fosse só essa palavra.
Mais do que as mudanças é a própria maneira como as coisas estão a ser feitas que me irrita e enoja. Não há o mínimo de respeito pelas pessoas. Depois de tantas privatizações, só falta mesmo a língua e, por este andar, ainda acabamos a pagar pelo que falamos...
Exageros à parte, fico à espera de uma reflexão acertada dos nosso dirigente e, de preferência, o fim deste documento.
Fábio J. a 6 de Abril de 2008 às 19:08

Um blog sobre livros e afins. A descongelar lentamente...
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O autor deste blog não respeita o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa