Outubro 21 2008
Deana Barroqueiro sobressaiu enquanto criadora de romances inspirados em personagens históricas com D. Sebastião e o Vidente. Agora, a autora volta às bancas com O Navegador da Passagem, obra cujo protagonista é Bartolomeu Dias, capitão português na época dos Descobrimentos.
Mais um romance histórico que promete narrar muito do que foi injustamente esquecido no tempo. Eis o que podemos encontrar nesta obra:
Quando a Armada de Pedro Álvares Cabral, depois de ter descoberto as Terras da Santa Cruz (Brasil), prosseguia a sua viagem para a Índia um grande cometa surgiu nos céus… Naquele tempo, os cometas eram tomados como um prenúncio agoirento de desastres e Bartolomeu Dias, capitão de uma caravela dessa armada de treze navios, tem o pressentimento da morte e recorda a sua vida feita de viagens e aventuras.
A viagem da descoberta da passagem entre os oceanos Atlântico e Índico – um feito extraordinário que abriu o caminho da Índia a Vasco da Gama – é aquela que Bartolomeu relembra com maior intensidade, em particular uma história de amor proibida e condenada ao fracasso e à tragédia com uma escrava que transportava a bordo da sua caravela e teria de desterrar nos lugares por si descobertos.
Amargurado pela ingratidão dos dois reis a quem serviu, que não souberam reconhecer e premiar os seus extraordinários serviços, Bartolomeu Dias recorda igualmente os acontecimentos, as intrigas, crimes e jogos de poder dos seus senhores, dos quais foi testemunha nos breves momentos que passou em terra e na Corte.
Tal como o livro anterior, o qual ainda não tive oportunidade de ler, também este me despertou interesse, não fosse ele sobre a mais admirável época da nossa história. Muito deve haver para contar e, por isso, muito deve haver para descobrir.
Para um contacto mais próximo com a obra, não deixem de visitar a página da editora onde podem encontrar um vídeo promocional com a autora e um excerto áudio da obra.
O Navegador da Passagem de Deana Barroqueiro
Links: Blog da autora
Boas histórias!
Publicado por Fábio J. às 21:26

Caro Crítico
Venho agradecer-lhe por de novo fazer referência à minha obra, anunciando, neste precioso blogue, o meu último romance que acaba de ser lançado e ainda está a singrar o seu caminho até às livrarias e grandes superfícies. Foi com grande espanto e encantamento que vi muito frequentemente o meu romance "D. Sebastião e o Vidente" indicado em vários blogues como "o" ou "um dos livros" preferidos ou até companhia de mesa-de-cabeceira dos seus autores. Há muito que me despi do preconceito de que os blogues eram lugares anónimos para o vício português da calúnia e do maldizer, escritos por analfabetos, impressão que me ficou logo nas primeiras visitas a este universo virtual, pelo muito lixo que nele encontrei e que ainda se encontra, infelizmente, mas agora já consigo navegar pelos que merecem a pena ser lidos e há muitos verdadeiramente extraordinários que dão um magnífico contributo para a cultura tão maltratada por outros meios.
Daí o meu prazer quando vejo que os meus livros "passam de boca em boca" ou seja, de blogue em blogue, pelo simples e maravilhoso facto de os seus autores terem gostado deles.
Tanto mais que os meus livros não são feitos para uma leitura leve, de puro divertimento ou distracção, embora não os considere difíceis de penetrar ou compreender, mas recriam com todo o realismo possível outras épocas, distantes de alguns séculos, com outros usos e outra linguagem. Portanto, a minha gratidão a pessoas como o Crítico é infinita e o seu blogue, como tantos outros, um meio privilegiadíssimo de comunicação e divulgação para uma autora que não se move nos circuitos da moda e do universo dos Media tradicionais (embora este novo romance esteja a atrair muita atenção, colhendo por certo dividendos da boa aceitação e do prémio do D. Sebastião e o Vidente).
Assim, caro Crítico, bem haja pelo seu interesse e generosidade em o partilhar com o seu grupo.
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Caro Crítico <BR>Venho agradecer-lhe por de novo fazer referência à minha obra, anunciando, neste precioso blogue, o meu último romance que acaba de ser lançado e ainda está a singrar o seu caminho até às livrarias e grandes superfícies. Foi com grande espanto e encantamento que vi muito frequentemente o meu romance "D. Sebastião e o Vidente" indicado em vários blogues como "o" ou "um dos livros" preferidos ou até companhia de mesa-de-cabeceira dos seus autores. Há muito que me despi do preconceito de que os blogues eram lugares anónimos para o vício português da calúnia e do maldizer, escritos por analfabetos, impressão que me ficou logo nas primeiras visitas a este universo virtual, pelo muito lixo que nele encontrei e que ainda se encontra, infelizmente, mas agora já consigo navegar pelos que merecem a pena ser lidos e há muitos verdadeiramente extraordinários que dão um magnífico contributo para a cultura tão maltratada por outros meios. <BR>Daí o meu prazer quando vejo que os meus livros "passam de boca em boca" ou seja, de blogue em blogue, pelo simples e maravilhoso facto de os seus autores terem gostado deles. <BR>Tanto mais que os meus livros não são feitos para uma leitura leve, de puro divertimento ou distracção, embora não os considere difíceis de penetrar ou compreender, mas recriam com todo o realismo possível outras épocas, distantes de alguns séculos, com outros usos e outra linguagem. Portanto, a minha gratidão a pessoas como o Crítico é infinita e o seu blogue, como tantos outros, um meio privilegiadíssimo de comunicação e divulgação para uma autora que não se move nos circuitos da moda e do universo dos Media tradicionais (embora este novo romance esteja a atrair muita atenção, colhendo por certo dividendos da boa aceitação e do prémio do D. Sebastião e o Vidente). <BR>Assim, caro Crítico, bem haja pelo seu interesse e generosidade em o partilhar com o seu grupo. <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Deana</A> Barroqueiro <BR><BR><BR>
Deana Barroqueiro a 22 de Outubro de 2008 às 12:47

Peço desculpa pela repetição do "post", devido à pouca prática nestas andanças.
Deana Barroqueiro

Mais uma vez seja bem-vinda a este humilde espaço.
Como leitor apaixonado que sou não posso deixar de realçar obras, a meu ver, interessantes. O Navegador da Passagem merece também o destaque pelo tema, pois parece-me ser das poucas obras ficcionais a debruçar-se sobre aquela que me parece ser a época mais fascinante da nossa história.

Fico contente pela sua atitude para com os blogs e os seus autores. No que me toca, uso este espaço para partilhar opiniões e ideias sobre aquilo que gosto e que não gosto. Desde que feito com bom senso, publicar neste ambiente virtual só trás vantagens.
E não tem do que me agradecer: este blog é reflexo da minha curiosidade, da minha busca por prazer, enfim, uma atitude meramente egoísta.

Muito boa sorte nesta sua nova aventura! Que mais histórias estejam prestes a ser contadas. Os nossos heróis e os leitores agradecem. ;)

Até Breve!
Fábio J. a 23 de Outubro de 2008 às 21:33

A sinopse já por si desperta a curiosidade que qualquer um que tenha gosto por aprofundar os conhecimentos que tem sobre a história do próprio país, mesmo que o enredo seja ficcional. Não entra da minha wishlist imediata, mas vai para o cantinho da memória de livros que um dia gostaria de adquirir.
Isabel Maia a 22 de Outubro de 2008 às 20:17

Eu sou uma apaixonado por história, e mesmo sem outros atributos esta já seria uma obra que me despertaria o interesse. No entanto, os atributos são vários...
Eu há muito estou para ler "D. Sebastião (..)", mas confesso que entre este e o novo livro fico indeciso, sem saber qual ler primeiro. Só a ideia da viagem e das descrições marítimas já me faz tender a balança.

Eu já acabei com a minha wishlist: os livros são tantos que a única coisa que posso fazer é seguir impulsos e, quando posso e quero, comprar um novo. ;)

Boas Leituras!
Fábio J. a 23 de Outubro de 2008 às 21:47

O meu espaço de wishlist é para aqueles títulos que eu considero um "must have", todos os outros livros que despertam a atanção vão para o espaço "quem sabe, talvez um dia...". Nunca mais começa a Festa dos Livros do Mercado Ferreira Borges...
Isabel Maia a 23 de Outubro de 2008 às 23:12

Leiam A Cabana...simplesmente FANTÀSTICO!!!!
Simone Farias a 28 de Outubro de 2008 às 10:29

Cara Simone,
Não sei tenho a certeza qual o livro que está a recomendar. Será "A Cabana" de Vicente Blasco Ibanez?
De qualquer forma fica a sugestão, embora não muito clara ;)

Boas Leituras!
Fábio J. a 2 de Novembro de 2008 às 21:23

Olá a todos!

Antes de mais, peço desculpa por deixar este comentário neste post, mas não sabia onde o deixar.

O meu nome é Catarina Coelho e estou a escrever este comentário, porque gostaria de vos deixar algumas informações sobre um romance de fantasia que vou editar. O título é “A fantástica aventura dos Anões da Luz – Em busca de Sulti”, será publicado pela Chiado Editora e o lançamento é no próximo dia 1 de Novembro, em Lisboa.
Note-se que o livro será lançado no dia 1 de Novembro, mas depois ainda leva algum tempo (no máximo um mês, segundo informação da editora) a estar distribuído em todo o país e, logo, a estar disponível nas livrarias. Quem tiver interesse, poderá ter acesso ao livro através da net, mas levará algum tempo a chegar às livrarias. O melhor é, caso alguém queira dar uma vista de olhos nele nas livrarias, contar em conseguir encontrá-lo por lá só em Dezembro ou próximo disso.

Poderão ver a capa do livro no site do mesmo, que indicarei mais à frente. Aqui fica a sinopse parcial que aparecerá na contra-capa:

Esta é a história de uma comunidade de anões, os Anões da Luz, que possui uma magia muito poderosa (a qual eles não sabem utilizar a não ser para fazer o bem) e vive em harmonia, na sua aldeia, longe de todo o mal e sem ter sequer a verdadeira consciência de que, fora da sua comunidade, há seres muito diferentes deles, seres capazes de fazer o mal para atingir os seus fins. O responsável pela poderosa magia deste grupo de anões é Sulti, o feiticeiro da comunidade, sem a presença do qual a magia não funciona. Um dia, a aldeia dos Anões da Luz é invadida por um grupo de homens, que querem raptar o feiticeiro, para assim obter a magia dos anões e o poder que esta confere. Os anões tentam defender-se usando a magia, mas, perante a assustadora visão das armas e do que estas são capazes de fazer (os anões não faziam ideia de que existiam tais objectos), o feiticeiro não consegue pôr em prática a sua magia e acaba por ser raptado pelos homens. É assim que um grupo de anões decide deixar os restantes habitantes da comunidade e partir numa perigosa viagem...


Deixo-vos ainda o endereço do site do livro, para o caso de quererem ver a capa do último e saber mais coisas sobre ele, assim como sobre o lançamento:

http://afantasticaaventuradosanoesdaluz.blogspot.com/
CC a 29 de Outubro de 2008 às 22:22

Um blog sobre livros e afins. A descongelar lentamente...
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