Agosto 25 2009
Eis um texto rápido (pelo menos a priori) para destacar o livro O Nome do Vento, de Patrick Rothfuss. Já tinha lido a sinopse e outros textos e, sinceramente, não vira nada de excitante. No entanto, acabo de mudar de opinião. Talvez por a editora apresentar a obra como estando “na linha de uma Ursula K. Le Guin, de um George R. R. Martin, ou mesmo de um Tolkien”, o meu trio fantástico; talvez por saber que se trata de fantasia épica; ou talvez por ter sido seduzido pelo marketing. Seja como for, quero ler este livro!
Fica a sinopse:
Da infância como membro de uma família unida de nómadas Edema Ruh até à provação dos primeiros dias como aluno de magia numa universidade prestigiada, o humilde estalajadeiro Kvothe relata a história de como um rapaz desfavorecido pelo destino se torna um herói, um bardo, um mago e uma lenda. O primeiro romance de Rothfuss lança uma trilogia relatando não apenas a história da Humanidade, mas também a história de um mundo ameaçado por um mal cuja existência nega de forma desesperada. O autor explora o desenvolvimento de uma personalidade enquanto examina a relação entre a lenda e a sua verdade, a verdade que reside no coração das histórias. Contada de forma elegante e enriquecida com vislumbres de histórias futuras, esta “autobiografia” de um herói rica em detalhes é altamente recomendada para bibliotecas de qualquer tamanho.
É provável que esteja a criar demasiadas expectativas e a agir por um qualquer estranho impulso, mas já fui convencido, e só lendo saberei se gostarei ou não. Seja como for, aqui fica a sugestão.
A edição é da Gailivro e o livro estará nas bancas a 17 do próximo mês, com 976 páginas.
O Nome do Vento de Patrick Rothfuss
Até Breve!
Publicado por Fábio J. às 19:27

Já li a versão original e posso adiantar que foi o melhor livro que li nos últimos anos. Já fiz muita publicidade a este livro pois fiquei viciado. Aliás podem ver em muitos outros blogs qure já se renderam ao livro. Não é exagero que gostei tanto deste titulo como de Tolkien. Espero ansiosamento pelo 2º livro
João Gomes a 25 de Agosto de 2009 às 23:40

O melhor livro dos últimos tempos é, sem dúvida, um grande elogio!
Com esta publicação é a primeira vez que me deparo com esta trilogia mas começo a ficar cada vez mais curioso e empolgado, com comentários tão positivos.
Já está na lista!

Obrigado pela opinião. Tê-la-ei em conta ;)
Fábio J. a 27 de Agosto de 2009 às 23:03

Ainda não li, mas tenho vontade!
carla martins a 26 de Agosto de 2009 às 13:45

Então já somos dois, pois também estou muito curioso em relação a este título.
Espero poder lê-lo em breve...
Fábio J. a 27 de Agosto de 2009 às 23:05

Também fiquei curiosa. Pelas criticas que li na Amazon o livro só pode ser genial.

Espero por mais informações nete blog acerca do livro

Parabéns pelo Blog
Joana a 26 de Agosto de 2009 às 15:42

Só recentemente tive conhecimento da existência deste autor e desta trilogia, mas com o que fui lendo a curiosidade foi aumentando. Vou procurar saber mais, mas já me decidi a lê-lo.

Assim que tiver mais informações, de preferência uma opinião sobre a obra, pretendo partilha-las aqui no blog. É sempre um prazer fazê-lo.

Obrigado pela visita e simpatia! :)
Fábio J. a 27 de Agosto de 2009 às 23:09

Mais um livro para adquirir certamente e com um preço (€ 19,90) que não está nada mau para 976 págs.

Fico á espera da sua critica do livro "A Luz" pois é um daqueles que tenho na pilha de livros para ler.

Sugestão - Penso que não deves adiar muito mais a leitura da Tormenta das Espadas porque para variar é um livro excelente do George R.R.Martin e também porque o livro que vem a seguir (A Glória dos Traidores) é alucinante. Daqueles que se o tivesse de classificar daria um 10/10 sem hesitar, já o li algum tempo e ainda me sinto embriagada.

Mas é claro, eu sou daquelas fâs que "roi as unhas" à espera do dia 11 de Setembro, pela venda do Mar de Ferro....
maria a 26 de Agosto de 2009 às 16:36

Este não vai escapar. Obrigado pela sugestão
Silvia a 26 de Agosto de 2009 às 17:00

Espero que este não me escape também...
É sempre poder partilhar opiniões. Fico contente por a minha sigestão ser tida em conta.

Obrigado pela visita!
Fábio J. a 27 de Agosto de 2009 às 23:19

EU sinceramente acho caro. ainda acredito que a literatura nao se deveria pagar ( pelo menos exageradamente)

Tiago a 26 de Agosto de 2009 às 22:26

Concordo... apesar de volumoso, e de já estarmos habituados a tais preços, não deixa de ser caro.
É verdade que a literatura é arte, mas também é verdade que os autores merecem ser recompensados (também monetariamente) e há um custo a pagar. Mas claro, acredito que os preços poderiam ser mais baixos. Felizmente já começamos a ter livros de bolso em Portugal. Talvez isso ajude um pouco os nossos bolsos.
E, já agora, se estamos a falar sem ligar à razão, eu também acho que a literatura devia ser grátis. Todos deviam poder aceder ao que quisessem e assim crescer intelectualmente, entreter-se com cultura, enfim... Infelizmente, é difícil ignorar a razão :D
Fábio J. a 28 de Agosto de 2009 às 00:24

Se tivermos em conta as páginas da obra, sim, é provável que seja um preço razoável. No entanto, continuam a ser 20 euros... Espero bem que valha o preço.

Até agora estou a gostar bastante de ler A Luz. Há um ou outro pormenor que me desagrada, mas para já a experiencia está a ser positiva. A minha opinião não deve demorar...

Já tenho A Tormenta de Espadas na estante desde o seu lançamento. E quero muito lê-lo! Acontece que quero ler este e o volume seguinte de uma só vez, e ainda não comprei A Glória dos Traidores. Era para fazê-lo esta semana... talvez amanha. Já ouvi falar muito bem dele, mas mesmo que as críticas fossem negativas quereria ler, pois adorei Martin.

Obrigado pelo comentário :)
Boas Leituras!
Fábio J. a 27 de Agosto de 2009 às 23:18

eu simplesmente fiquei de certa forma preso ao teu blog. venho todos os dias e as vezes varias vezes ao dia .
talvez a minha extrema curiosidade pelas pessoas. mas tenho visto que tens leitores desde o inicio logo a minha conclusao estendeu-se pela tua grande qualidade enquanto bloquista.
( sei que nao gostas de falar de ti neste espaço ou pelo menos preferes nao o fazer . eu pelo contrario nao resisto a falar dos leitores ou mais crelmente falando - pelas pessoas. afinal somos e nao seremos mais do criaturas á volta da arte que nos une. )
isto tudo porque gostaria de te ler fora das criticas. (aquele e.mail do blog ainda funciona?)
nao sei bem o que queria dizer quando iniciei o comentario . se por ventura nao acrescentei nada ao espaço em branco a culpa foi tua (é um elogio)

P.S. - por acaso nao nasces-te em 1991?
Tiago a 26 de Agosto de 2009 às 22:20

errata *
=)

(..) ou mais cruelmente falando (...)
Tiago a 26 de Agosto de 2009 às 22:23

Fico contente e surpresso pela tua constante presença neste espaço.
Se sou ou não um bom bloguista, bem, não posso julgar causa própria, mas também nunca pensei muito nisso. Sinto uma grande satisfação quando encontro visitantes que aparecem e permanecem durante algum tempo, sempre prontos a partilhares opiniões e a comentarem seja o que for, como tu. Isso dá um sentido a este espaço, pois são os visitantes a alma dum blog. São, diria até, a minha verdadeira "inspiração". Não posso deixar de agradecer por isso... enfim, divagações.

É isso: prefiro não personalizar este blog. Esta é uma faceta que me transcende enquanto pessoa. Não é o meu dia-a-dia. É apenas um complemento, e como não o tenho para me promover, não preciso de dados pessoais. Mas, sobretudo, faço-o por uma questão de protecção... porvezes aparecem aqui, como em qualquer outro blog, pessoas muito idiotas. Com a privacidade, resguardo-me um pouco.

Bem, eu comecei um blog onde pretendia ser eu "fora das críticas", mas nunca o desenvolvi. Quiçá no futuro. E sim, aquele email ainda funciona :D Mas, confesso, por vezes perco-me com as mensagens e já aconteceu não responder a mensagens simplesmente porque me esqueço ou não tenho tempo. Mas tento responder sempre que me contactam.

Agradeço o suposto elogio. Mas acrescentaste algo. As ideias acrescentam sempre algo.

Quanto ao P.S... hmm, assim, tipo só mesmo por acaso, sim. Porquê a pergunta e como acertaste? Conheces-me e andas a gozar comigo :p?, viste a data num qualquer anterior comentário?, ou também nasceste nesse ano? e então eu fico estarrecido por sermos tão parecidos...


fui apenas curioso e estive atento... desde o que les ao que escreves e outros promenores (na havia post no arquivo na semana de exames no ano passado; em 2006 mudas.t de escola etc)
esta descansado que nao ando a gozar ctg . so conheço 'o critico' .

'ou também nasceste nesse ano?' isso agora ...
Tiago a 2 de Setembro de 2009 às 20:18

Lá está, foi como cheguei a dizer... os dados e informações estão todas no blog, dispersas pelos vários textos e comentários. Até o meu nome e morada devem andar por aí.

Não vou insistir :) Mas acredito que sim... :p
Fábio J. a 2 de Setembro de 2009 às 23:40

O Nome gostava de saber....

tou a roer as unhas pelo novo 'saramago'...
Tiago a 2 de Setembro de 2009 às 23:53

O nome diz tão pouco sobre nós... ou não :/

Eu quero ler outras obras de Saramago que, imperdoavelemnte, ainda não li. Mas claro, estou bastante curioso em relação a esta. O tema é cativante e só de imaginar o autor a escrever sobre ele já fico com água na boca :D
Fábio J. a 4 de Setembro de 2009 às 00:09

Acho que para 976 páginas o preço está muito bom. Existem livros com metade das páginas e ao mesmo preço
João a 27 de Agosto de 2009 às 09:17

Lá está. Se tivermos em conta os preços comuns, este está bastante razoável.  Há livros, nomeadamente de autores nacionais, com um "preço por página" escandaloso. Por vezes, pergunto-me se existe alguma lógica por traz desses preços. Enfim... talvez seja só aproveitamento.


 


Seja como for, o mais importante é sentirmos que o nosso dinheiro foi bem empregue e que a leitura valou a pena.



 


Até Breve!


Fábio J. a 28 de Agosto de 2009 às 00:30

976 páginas??Lançado só dia 17??  O que eu comprei (nas livrarias curitiba ja chegou o.õ) tem 650 páginas, o espaçamento deve ser diferente. A capa tambem é diferente.
Acabei de Ler o livro, simplesmente fantástico, e "broxante" por não ter sido lançado uma continuação ainda, sinceramente, não há quem não fique ansioso para ser lançada logo a continuação.
 Este é o livro do "primeiro dia" (tem que ler pra entender), serão ao todo três dias, logo três livros.
Leonardo a 3 de Setembro de 2009 às 12:49

As traduções para Português de Portugal costumam ser muito maiores. Eu tb já li o livro na versão original no entanto vou comprar esta edição também. Vi no book trailer do livro que este estará disponivel no dia 22 e não no dia 17. Crítico fica aqui a sugestão para dares destaque ao book trailer dedicado ao livro qyue para mim é o melhor que já vi nos ultimos tempos. http://videos.sapo.pt/GzQhjA4kCBaiDcbauH4Z (http://videos.sapo.pt/GzQhjA4kCBaiDcbauH4Z) parece um trailer de um filme.

Este livro não vai passar despoercebido
Susana a 3 de Setembro de 2009 às 20:07

É provável que no Brasil se usem outro tipo de espaçamentos e caracteres. Só assim se justifica a grande diferença de páginas.
Ora aqui está uma fã... para ler o original e querer repetir a dose com a tradução é porque a obra vale bem a pena.
Já tive oportunidade de ver o booktrailer e concordo: está muito bom! Há claramente uma evolução nesta área. Quanto à data, nem tinha reparado, mas fui agora mesmo confirmar e a Wook.pt está a vender o livro em pré-lançamento, com disponibilidade a partir do dia 17... hmm.

O livro já não está a passar despercebido. Já se fala nele e já tem leitores garantidos. Mais tarde ou mais cedo, gostaria de o ler...

Até Breve!
Fábio J. a 4 de Setembro de 2009 às 00:24

bom, eu já li o livro e simplesmente adorei... vou le-lo novamente, enquanto aguardo o próximo (aliás, fiquei simplesmente atordoada quando percebi que, pelo jeito, demorará para lançar os demais. Não achei nenhuma menção sobre o lançamento dos próximos... alguém ouviu?)
Ale a 19 de Setembro de 2009 às 00:08

Eu espero ter este livro lá pelo Natal... a ver vamos, estou muito curioso.

Pelo que sei, o livro ainda nem tem data de publicação nos EUA, pelo que os leitores da versão portuguesa ainda terão de esperar muito tempo, infelizmente. E concordo: situações destas são sempre frustrantes.
Obrigado pela visita!
Fábio J. a 26 de Setembro de 2009 às 22:51

Bem, passei na feira do livro e estava um enorme "catrapázio" com o nome do livro "O nome do Vento".
só pelo grafismo perguntei ao senhor da banca se por acaso já tinha saído. Qual não foi o meu espanto quando ele se vira para mim e diz q é um dos melhores livros actuais, que o tinha ali e que os comentários eram excelentes. Vim logo pesquisar sobre ele.

Hei-de lê-lo claro. Já agora na feira do livro da Amadora (termina a 5 de Outubro) o livro está a 16 euros!! Aproveitem!!!


 
miguel a 1 de Outubro de 2009 às 17:37

A Gailivro tem feito algumas campanhas promocionais bastante apelativas e notórias. Com este livro, aparentemente de grande qualidade, aumenta a sua influência na área. Seja como for, os leitores agradecem, e então se encontrarem campanhas como a dessa feira do livro, ainda melhor!

Essa conversa do livreiro parece-me apenas conversa de vendedor ;) mas até é possível que este seja um dos livros de fantasia épica de referência da actualidade. Eu, pelo menos, espero lê-lo. Só assim poderei conhece-lo efectivamente.

Obrigado pelo comentário!
Fábio J. a 2 de Outubro de 2009 às 22:42

Olá,


Eu li este livro (terminei de lê-lo ontem) e posso dizer que me maravilhei com a história. Adorei o personagem, as tramas e o enredo, gostaria muito de ainda ter centenas de páginas por ler, apenas para continuar na história.

Entretanto, gostaria de alertá-los a um fato. O livro que li é da editora Sextante, e não da 1001 mundos como este exibido aqui. A capa é diferente (http://www.skoob.com.br/img/livros_new/2/40413/O_NOME_DO_VENTO_1249039160P.jpg), mas de ótima qualidade também, e o livro possui apenas 650 páginas. Terminei de lê-lo com um profundo desapontamento, por sentir na pele que a história ficou incompletíssima. Fiquei mais deapontado ainda por saber que existia essa segunda "versão" do livro, e que ela possui mais de 900 páginas. Não sei se a história entre as duas versões termina no mesmo ponto e é apenas mais detalhada de forma a proporcionar um número maior de páginas, ou se a versão discutida inicialmente aqui é realmente mais completa. Tenho fortes suspeitas de que esta versão é mais completa, pois a história da versão da editora Sextante acaba simplesmente "do nada". Nada é explicado. Não existe aquela velha formação "inicio, meio e fim", sinto-me como se a história tivesse parado no meio. Claro que pra mim foi um grande desapontamento que a história "terminasse" dessa forma, então logo vim procurar pelo segundo título para que eu pudesse dar continuidade, e me deparo em descobrir que existia uma versão do livro que tem pelo menos 300 páginas a mais para serem lidas.

Enfim, como dissera antes, não tenho certeza se este é realmente mais completo. Para aqueles que já leram a edição exibida aqui e sabem como ela termina, creio que poderam me ajudar. O livro que li termina na página 650, por volta do capítulo dos capítulos 80 à 83 (não me recordo agora). Vou fazer um resumo das últimas páginas:
O nosso protagonista dispensa seu aprendiz e o cronista para seus quartos enquanto limpa e organiza a hospedaria, após o episódio dramático que sofreram com o ataque de um Mael (um demônio que se apodera do corpo dos humanos) com olhar vago. O cronista em seu quarto, trancafia as janelas e as portas, e toma medidas para que ninguém entre em seu quarto, colocando uma cômoda em frente à porta. Durante à noite, entretanto, Bast invade seu quarto dizendo que precisava conversar com ele a respeito de seu mestre. Os dois conversam e discutem sobre o fato de que Kvothe falhou em tentar realizar uma simpatia relativamente simples alguams horas atrás, e Bast insiste que o cronista o ajude a reaviver a chama dentro de seu mestre, para que ele volte a ser o homem que era, pois a vida de estalajadeiro ou hospedeiro esta tomando conta de seu ser de tal forma que ele já não consegue ser como é antes: falha em coisas como cantar, tocar e até realizar simpatias. Após uma leve discussão entre Bast e o cronista, onde Bast o ameaça caso não contribua com a recuperação do que seu mestre fora, e ao invez disso piore a situalção. O cronista enfim parece enfim entender a situalção e as circunstâncias. Bast volta ao seu estado de humor comum, dizendo ao cronista que não há motivos para que ele e o cronista não sejam amigos. Os 3 ali podem conseguir o que querem: Kvothe retornará a ser o herói e grande homem que fora; o cronista terá a verdadeira história sobre a lenda; e Bast, enfim, terá seu mestre de volta, já que não visa nada mais que isso. após isso, Bast se retira do quarto do cronista, e o livro acaba, exatamente na página 650.

Podem imaginar como é frustrante. Absolutamente nada foi esclarecido ao longo da história. Para falar a verdade, não faço nem idéia do porque Kvothe recebeu o título de "O matador do Rei", já que aparentemente eu acabei não chegando nesta parte da história..

Em poucas palavras sobre minha curiosidade, não sei como se procedeu a vida do protagonista em sua autobiografia, o que ocorreu com sua amada, se ele descobriu o mistério sobre o grupo que assassinara sua família, se ele dominou a arte de nomear, etc. Vou evitar mais comentários, pois já dei muito "spoiler".

Minha recomendação é que não comprem o livro da Sextante (que está aparentemente incompleto).
Bruno Donizetti a 7 de Outubro de 2009 às 15:20

Olá,

O facto de ter gostado tanto da história, mesmo numa edição aparentemente má, é um óptimo sinal.

Antes de mais, penso que o alerta e questão que aqui deixa são facilmente explicados: a edição que leu é da Editora Sextante, do Brasil, enquanto a edição que eu aqui refiro é da Gailivro, de Portugal. Inicialmente ainda me confundiu, porque em Portugal também existe uma Sextante Editora... mas é apenas a comum questão do país ;)

Quanto ao número de páginas, penso que a diferença é perfeitamente plausível. Faço notar que, inclusivamente, a edição original, norte-americana, tem apenas 672 páginas. A diferença está apenas na edição. A Gailivro tem por hábito publicar as obras com letras grandes, espaços grandes e margens grandes... Apenas muda o estilo, não o conteúdo.
Por isso a decepção causada pelo fim da obra é culpa do autor, não da editora. E este é outro aspecto recorrente: a literatura fantástica épica, dividida em volumes, regra geral só tem um início e um fim. Ler os livros de forma isolada não faz muito sentido...

Resta-lhe esperar pelo próximo volume ;)
E já agora, gosto muito mais da capa brasileira.

Boas Leituras!
Fábio J. a 7 de Outubro de 2009 às 19:51

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