Agosto 11 2006

Eu sei que a que o título é muito sugestivo, mas a ideia dum título é mesmo essa. O que eu quero aqui referir é o preço dum livro, um prazer para mim...

Ontem um colega meu passou aqui por casa e viu o meu "livro de cabeceira", Eragon e perguntou-me se eu já tinha acabado O Código da Vinci . Obviamente disse-lhe que sim e que depois desse já tinha lido Anders também. Com isto chegamos ao que vou comentar hoje, o preço dos livros...

Não acho que seja um tema muito "justo", mas tem o seu interesse. O livro que leio agora, por exemplo, custou-me cerca de 20 euros. Não é daqueles livros com preço base (cerca de 10-15) mas também há mais caros. Estive até a fazer as contas e vi que cada livro que compro custa em média 17 euros. Para algumas pessoas é quase uma estupidez e ficam logo a dizer: "Tu és doido não és? Se era eu que gastava esse dinheiro em livros", principalmente por que quando compro livros, compro logo três ou quatro duma vez.

Para muita gente esse dinheiro podia ser aplicado em idas ao cinema, ás compras, à discoteca, enfim, em tudo aquilo que parece mais divertido, mas para mim prefiro poupar nessas coisas e gastar em livros...

Vou ter de acabar a correr, continuo este post noutro dia.

Xau e bom fim-de-semana... Boas Leituras...

Publicado por Fábio J. às 19:09
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Agosto 09 2006

Estava a ler mais um pouco de Eragon quando me dei a perguntar a mim mesmo: "Como é que será esta cena no filme?... Se é que vai dar...". Nos últimos tempos temos visto a adaptação de inúmeros livros para cinema, e é sobre isso que me proponho a escrever hoje.

Em Dezembro estreia a adaptação de Eragon para cinema, mas existem um sem fim de filmes que não passam da adaptação dum livro para o cinema, e todos conhecemos muitos, e juntando aqueles que não conhecemos dão mesmo muitos...

Seguindo a máxima, "nada se cria tudo se transforma" é perfeitamente compreensível que que existam este tipo de adaptações e por vezes até são muito boas e ajudam na divulgação do livro. Tenho de ser sincero e confessar que, por exemplo, não sabia que os filmes d'O Senhor dos Anéis eram a adaptação dos livros homónimos. Agora até estou a pensar ler os livros e antes nem os conhecia. e porquê ler os livros? É simples, porque são sempre melhores do que o filme (na minha opinião) e como gostei dos filmes tenho a certeza que vou adorar os livros...

No entanto a adaptação dos livros para o cinema nem sempre tem coisas boas. Quem não ouviu as críticas sobre o Código da Vinci, muitas delas faziam do livro uma anedota e uma estupidez, exactamente o contrário do que é o livro. E os filmes do Harry Potter, completamente incompletos (desculpem-me a redundância ) e muito pouco fundamentados, para ser sincero não gostei muito dos filmes, apesar de adorar os livros. Se se esforçarem um pouco também se devem lembrar da adaptação d'Os Maias para novela, e posso dizer que não tem nada haver, para não falar das cenas de sexo que não existem no livro.

Outro factor que se vê, nomeadamente com os filmes Harry Potter são as pessoas que se dizem fás da história sem nunca terem lido o livro, ou fás das personagens pela sua beleza como actores e não como participantes na história... Isso vê-se muito nos blog potterianos onde muitas vezes (não sempre) só existe referencia aos filmes, com imensas imagens dos actores e dos filmes e coisas do género. Por vezes até parece que os autores dos blogs nem sabem que os filmes são adaptações  de livros.

Enfim, se eu fosse escritor não sei se gostaria de ver o meu livro adaptado para cinema ou televisão, mesmo com todos os benefícios que isso trás.

O texto fugiu um bocadinho do que eu queria mas a ideia está lá. Agora xauzinho, e fiquem ai a ler um livro, ou quem sabe, a ver a sua adaptação para o ecrã

Boas leituras...

Publicado por Fábio J. às 19:53
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Agosto 08 2006

Já não escrevia à tanto tempo... é do calor, não me deixa pensar!

Ontem, quando estava a ler mais um pouco de Eragon reparei quanto os autores literários usam a morte como um tema fulcral nos livros, e a verdade é que resulta. A morte duma personagem, seja ela "boa" ou "má", traz-nos sempre um grupo de emoções, talvez das mais fortes que se têm enquanto se lê. Por vezes ficamos arrepiados, outras vezes incrédulos , ou até um pouco contentes, diga-se a verdade, quando é o "mau" da acção que parte deste mundo, se é que percebem o eufemismo.

Quem é que nunca pensou depois de ler uma morte inesperada: "Ele morreu mesmo?". Eu já, pelo menos. Lembro-me que quando li a morte do Dumbledore no último Harry Potter. Li essa parte no mínimo uma três vezes, completamente incrédulo e fiquei até ao final do livro à espera que ele reaparecesse na história, e ainda hoje me custa a crer que tenha mesmo morrido, criando as hipóteses mais elaboradas e improváveis possíveis.

Agora no Eragon foi a morte de Brom que me deixou arrepiado, esperava ainda tanto dele. Mas são tantas as mortes em histórias literárias e tantos os seus tipos, desde os clássicos como os Maias onde o avó de Carlos morre de desgosto, ou no moderno Código da Vicni onde Sauniére morre assassinado e deixa aquele mundo de pistas, não esquecendo o livro que agora leio onde a aldeia de Yazuac foi totalmente destruída e os seus habitantes, mortos, empilhados na praça

Infelizmente a morte é, na vida real, algo muito doloroso e sem retorno e nunca trás felicidade nem emoções fortes para além da dor, mas nos livros a morte é tão explorada e de tantas formas pelos autores que se torna em algo quase banal... Banal mas forte!

Esperando voltar brevemente, e também pelos comentários despeço-me, e claro... Boas leituras!!!

Publicado por Fábio J. às 14:55

Agosto 01 2006

Já à muito tempo que tenho sempre um livro na minha mesa de cabeceira. É quase um vicio, felizmente saudável !

Lembro-me que da ultima vez que passei mais de uma semana sem ler, mal conseguia dormir, não tinha sono. O meu organismo já está tão familiarizado com a leitura, principalmente à noite, que dormir sem ler é quase como passar fome, mas uma fome diferente, uma fome que em vez de nos tirar as forças agita-nos mais, como uma droga pesada que alimenta o nosso corpo.

Apetece-me escrever, e ler... Não sei o que escrever, mas ler, ler sei muito bem, talvez de mais. A minha "lista" de livros para futura leitura cresce de dia para dia. É como pensarmos nas viagens que queremos fazer, os locais que queremos conhecer, os pratos que queremos apreciar. A única diferença é que aqui, todas as sensações que as viagens nos transmitem estão em letras, e cada um interpreta à sua maneira, com a sua intensidade , com a sua imaginação.

Existem pessoas que eu não consigo imaginar a ler. Ler é para todos, isso é obvio, mas mesmo assim, aqueles que têm uma mente limitada pela realidade ou pela sociedade actual não iriam conseguir interpretar a mensagem do autor. Não me estou a querer engrandecer nem a menosprezar os que não lêem mas não se pode ignorar as pessoas que dizem mal dos livros, que acham que ler é para... totós. No meu ver, no meio desta história só existem uns totós mas eles nunca vão ler isto, é totó demais para eles.

Enfim, não sei por que razão escrevi isto mas apeteceu-me e foi correndo. Era para falar de Eragon , que aliás estou a gostar muito, mas por vezes deixo me ir pela escrita. Depois falo dele.

Xauzinho e... Boas Leituras!!!

Publicado por Fábio J. às 19:14
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