Janeiro 24 2007

Estes dias têm sido bastante ocupados e qualquer momento de descontracção tem de ser bem utilizado. Hoje tive “feriado” e aproveitei, juntamente com grande parte da minha turma, para “ir dar um volta” pela cidade. Não chegamos a ir a nenhum lugar concreto, se é que me entendem, mas entre lojas de animais e centros comerciais passamos, como é lógico, por diversas livrarias. Não pude deixar de reparar que, como já aqui foi referido, a grande maioria dos livros apresentavam títulos sobre o Graal, Maria Madalena, Cristo, Templários, com muito pouca diversidade.

Esta “crise” de falta de originalidade, por mais debatida que seja, chama-me sempre a atenção. Quem ocupou a minha atenção neste últimos tempos foi também O Mistério da Atlântida, que acabei no passado Domingo. Esta história de ficção, de David Gibbins, é mais do que um simples romance e bastante mais do que literatura histórica. Verdadeiros factos político-sociais podem ser encontrados, mas toda a história é bastante manipulada pela imaginação.

Graças a uma descoberta arqueológica no Egipto, a outra no fundo Mar Egeu e a mais algumas no Mar Negro, várias peças pedidas são finalmente encaixadas, formando um puzzle, acima de tudo, bastante surpreendente. Numa destas descobertas, Jack Howard, um arqueólogo subaquático, acaba por descobrir um disco especial e misterioso que lhe abrirá as portas da Atlântida.

Recheada de coincidências, esta história apresenta uma teoria (ficcionada, logicamente) sobre a criação, localização, fim e influência desta grande civilização-mãe. Os factos bíblicos e científicos não faltam e a forma grandiosa como esta civilização nos é descrita dá-nos vontade de a tornar real para a puder observar de perto.

Com uma mistura de todas as grandes civilizações, a Atlântida é nos apresentada como a página que faltava na história dos primórdios da Humanidade, página essa que mudaria mentalidades. Sendo narrada com acções terroristas e acontecimentos geológicos como pano de fundo, esta história apresenta momentos aborrecidos, devido, sobretudo, à grande quantidade de termos técnicos, e momentos de bastante interesse e empolgação.

Gostei, e se alguns o classificam como “uma espécie de Código Da Vinci nas profundezas do oceano”, eu diria antes que é uma história bastante criativa e problematizadora, mestra em pormenores e suspense.

Para quem gosta de questionar o passado!

O Mistério da Atlântida de David Gibbins

Até Breve e Boas Leituras!!!

Publicado por Fábio J. às 19:20

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